Espiritismo de Porco:
Se Alan Kardec tivesse um blog, todos os seus posts seriam post-mortem?
Espiritismo de Porco:
Se Alan Kardec tivesse um blog, todos os seus posts seriam post-mortem?
E me surpreendo com o resultado…

Materiality. Material Force. Material temptation; sometimes obsession
The Devil is often a great card for business success; hard work and ambition.
Perhaps the most misunderstood of all the major arcana, the Devil is not really “Satan” at all, but Pan the half-goat nature god and/or Dionysius. These are gods of pleasure and abandon, of wild behavior and unbridled desires. This is a card about ambitions; it is also synonymous with temptation and addiction. On the flip side, however, the card can be a warning to someone who is too restrained, someone who never allows themselves to get passionate or messy or wild – or ambitious. This, too, is a form of enslavement. As a person, the Devil can stand for a man of money or erotic power, aggressive, controlling, or just persuasive. This is not to say a bad man, but certainly a powerful man who is hard to resist. The important thing is to remember that any chain is freely worn. In most cases, you are enslaved only because you allow it.
What Tarot Card are You?
Take the Test to Find Out.
Tá, a parte da obsessão eu entendi e concordei. Mas sucesso material? Fala sério.
Já fui um jovem cheio de sonhos…
Hoje só sobrou farelo de bolacha e metade de um croissant.
Marion Cotillard, como vocês vêem abaixo, é uma gracinha:
Teve o azar de participar de uma das grandes bombas com a assinatura de Ridley Scott, Um bom ano, uma propaganda de Vinícola Aurora com o Russel Crowe. Mas ela, ali, já mostrava o quanto era fascinante, belíssima, etérea, carnal, viva, como se vestisse um manto de labaredas.
Mas ela vai ganhar reconhecimento mesmo é depois que toneladas de maquiagem e horas de uma técnica de enfeamento a transformam no que vocês vêem aí embaixo: o esboço de um protótipo para Mortícia Adams com sérias restrições orçamentárias.
Povinho de cinema é mesmo muito estranho.
O que Wittgenstein disse para Bertrand Russell?
– Venha, Kant comigo!
E o que Russell respondeu?
– Ah, vai tomar no Hegel!
Ou “eu não acredito que tu ainda preenche meme de internet”
Nem eu, mas este caso foi uma conjugação entre a circunstância feliz de vários livros lidos, relidos ou terminados de ler recentemente e a circunstância infeliz de estar sem assunto:
Devermos nos emancipar, “libertar-nos da sociedade”, não era problema para Marcuse
Modernidade Líquida – Zygmunt Bauman
O tio desaparecera, o amigo de escola permaneceu desaparecido
Nas Peles da Cebola – Günter Grass
The colossus of crime leaned over to the little rustic priest with a sort of sudden interest.
Father Brown Stories – G.K. Chesterton
Eu estava na cozinha de minha mãe, lendo o semanário local.
A Fêmea da Espécie – Joyce Carol Oates
Quando segurasse na mão, estava ganha a batalha, vinha contar para os outros; já estou segurando na mão.
O Encontro Marcado – Fernando Sabino
Com efeito, nasce-se cético.
Cioran: entrevistas com Sylvie Jaudeau